O problema de secar um tênis encharcado
Depois da lavagem, um tênis retém entre 40% e 60% do seu peso em água — dependendo do material e da construção. Levar esse par diretamente para a secadora cria um problema simples: o calor precisa evaporar toda essa água antes de começar a secar o material de verdade.
O resultado prático são ciclos muito mais longos, consumo elevado de energia e risco real de deformação — especialmente em materiais que respondem mal a calor prolongado com umidade, como foam EVA, espumas de entressola e colas termoplásticas.
O que a centrifugação faz
A centrífuga profissional RS-CT10 utiliza alta rotação para extrair mecanicamente a água retida no tênis. Em um ciclo típico de 3 a 5 minutos, ela remove até 70% da umidade residual — sem calor, sem risco de deformação e sem afetar a estrutura do calçado.
O que chega na secadora depois é um tênis úmido, não encharcado. A diferença no tempo de secagem é de 40 a 60% — o que significa mais pares atendidos por dia com o mesmo equipamento.
Benefícios para a produtividade
- Ciclo de secagem reduzido: de 60–90 min para 25–40 min por par
- Maior capacidade diária: mais pares no mesmo período de operação
- Menor desgaste da secadora: ciclos mais curtos aumentam a vida útil do equipamento
- Melhor resultado final: secagem mais uniforme, menos risco de marcas ou deformações
Centrifugação e materiais delicados
Para camurça, nobuck e tênis com bordados ou costuras delicadas, ajuste a velocidade de rotação para o nível intermediário. Esses materiais toleram centrifugação, mas em velocidade máxima podem ter fibras ou costuras tensionadas de forma indesejada.
Como regra: qualquer tênis que passa por lavagem completa deve passar pela centrífuga antes da secadora. Essa sequência é o coração do processo profissional RE.SOLE.